Há sons que nos ajudam a erguer novos pilares... e vejam lá como já sou avançada na idade que recordo bandas que me fizeram pular e hoje me deixam nostálgica. Mas é sempre tão bom.
Tenho escolhas por várias bandas e músicas que me fazem vibrar, dão um friozinho no estômago e me põem lá em cima. O nome do meu blogue é um bom exemplo disso (se não sabem porquê, descubram!).
No meio de uma série morte do EU (sim, porque melhorou - graças ao som - mas ainda persiste) vou descobrir Scorpions! (Iá, estou mesmo mal!)
I close my eyes
Only for a moment and the moment's gone
All my dreams
Pass before my eyes, a curiosity
Dust in the wind
All they are is dust in the wind
Same old song
Just a drop of water in an endless sea
All we do
Crumbles to the ground, though we refuse to see
Dust in the wind
All we are is dust in the wind
terça-feira, 15 de abril de 2008
Down versus criativo
Talvez seja um pouco cliché falar da morte, tendo em conta o filme «The Bucket List» que está actualmente em cartaz. Mas não há nada a fazer por mais que berrem e protestem. E também é apenas pretexto para o mote inicial de conversa. Por isso calma e deixem-me divagar!
O negro que acompanha a morte, o cenário de cinzento e nevoeiro que a envolve sempre me fascinou... e acompanhou plenos estados de humor mais mordaz em equilíbrio com momentos de criatividade intensa. É uma cena de artista que, diga-se de passagem, não o sou, mas tem as suas verdades.
É curiosa a perigosa ligação de que quando estamos mais em baixo tornamo-nos mais criativos. Mas a explicação é simples, segundo a minha teoria desenvolvida precisamente num estado down versus criativo: afundamos a nossa mente em pensamentos mais tenebrosos e mais surreais, o que nos permite quebrar regras e leis do mundo real e ir mais além. Faz sentido, certo?
Alertei para a questão de ser perigosa por uma simples razão: pode ser apetecível e até viciante. Criamos mas não deixamos de estar desfasados da realidade, o que pode ser terreno de areias movediças.
No meio disto tudo, e para não julgarem que estou com pensamentos suicidas, quero apenas frisar que a morte que falo é a morte do EU. Traduz-se por uma transformação completa e difícil da pessoa, com pilares a serem derrubados.
É claro que a seguir à morte, há um renascer ou reviver quase à semelhança do reencarnar, apenas não se processa de forma física. E novos pilares se constroem. Assim o espero...
O negro que acompanha a morte, o cenário de cinzento e nevoeiro que a envolve sempre me fascinou... e acompanhou plenos estados de humor mais mordaz em equilíbrio com momentos de criatividade intensa. É uma cena de artista que, diga-se de passagem, não o sou, mas tem as suas verdades.
É curiosa a perigosa ligação de que quando estamos mais em baixo tornamo-nos mais criativos. Mas a explicação é simples, segundo a minha teoria desenvolvida precisamente num estado down versus criativo: afundamos a nossa mente em pensamentos mais tenebrosos e mais surreais, o que nos permite quebrar regras e leis do mundo real e ir mais além. Faz sentido, certo?
Alertei para a questão de ser perigosa por uma simples razão: pode ser apetecível e até viciante. Criamos mas não deixamos de estar desfasados da realidade, o que pode ser terreno de areias movediças.
No meio disto tudo, e para não julgarem que estou com pensamentos suicidas, quero apenas frisar que a morte que falo é a morte do EU. Traduz-se por uma transformação completa e difícil da pessoa, com pilares a serem derrubados.
É claro que a seguir à morte, há um renascer ou reviver quase à semelhança do reencarnar, apenas não se processa de forma física. E novos pilares se constroem. Assim o espero...
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