Alguns comportamentos/pensamentos das pessoas podem e devem justificar-se na experiência de vida delas e mesmo que sejamos próximos dessas pessoas não devemos cair no engano de achar que sabemos tudo sobre a vida, a dita "experiência de vida" que lhes leva a agir e a pensar de certa maneira.
Existem segredos que nem às paredes se confessam; existem vivências que por perda de oportunidade não são partilhadas e depois o timing perde-se e já não vale a pena colocá-las na agenda do dia.
Mas, no fundo, é todo esse bolo de "experiência de vida" que vai sendo alimentado a cada dia que passa que leva a que as pessoas mudem e de preferência que sejam alterações que vão mais ao encontro do melhor para elas próprias, nem que seja uma forma de pensar ou uma filosofia que vá de encontro à vida que se pratica. É um pouco como as religiões. Respostas que para uns fazem mais sentido no budismo, para outros no catolicismo e outros no ateísmo.
Cada pessoa tem um registo de vivências diárias que, num acumular de cinco anos de ausência, podem ser arrebatadoras pelo resultado que se apresenta à frente. Ou não... tudo depende das mudanças que se fazem e acima de tudo do grau de exigência de cada. Há pessoas em que em cinco, dez, quinze anos de ausência só muda o passar dos anos na pele delas.
Beijos meus
quarta-feira, 29 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Mudar ou não mudar?
Lançaram-me um desafio ou melhor fizeram-me uma pergunta: «O que é que eu tenho de mudar para casar contigo?»
Alerto que a palavra «casar» não é «CASAR». E valha-nos por isso! Nem podia ser de outra forma comigo. Bom... a verdade é que fiquei mesmo a pensar na pergunta! Que raio!
E decidi responder... por partes...
1) os pézinhos...
2) os joelhinhos...
3) os cotovelos... esses cotovelos, bem... não é preciso dizer...
4) os centímetros que faltam na altura, claro!!!
lolol
Meu querido, é tudo uma piada porque tudo se resume a algo que não poderás mudar:
- Não tens o rastilho para me incendiar!
Mas gosto de ti... MUITO!
Alerto que a palavra «casar» não é «CASAR». E valha-nos por isso! Nem podia ser de outra forma comigo. Bom... a verdade é que fiquei mesmo a pensar na pergunta! Que raio!
E decidi responder... por partes...
1) os pézinhos...
2) os joelhinhos...
3) os cotovelos... esses cotovelos, bem... não é preciso dizer...
4) os centímetros que faltam na altura, claro!!!
lolol
Meu querido, é tudo uma piada porque tudo se resume a algo que não poderás mudar:
- Não tens o rastilho para me incendiar!
Mas gosto de ti... MUITO!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Confusões à parte...
O meu último post gerou algumas confusões pelo simples comentário «confesso... estou apaixonada». Mas passo a elucidar e espero responder às interrogações que giram na cabeça de algumas pessoas...
Sou assim, digamos que apaixonada em determinados momentos por determinadas "situações" e aplico o termo "apaixonada" de forma abrangente e não limitado à espécie humana, à qual pertenço.
Fico apaixonada por pessoas, sim, fico apaixonada por lugares, sim, fico apaixonada por cheiros, sim, fico apaixonada por palavras, sim, e fico apaixonada por sons, sim.
Banalizo o termo "apaixonada"? Talvez. Mas também prefiro aplicar outras palavras a determinadas "situações". Sou exigente com os conceitos e "apaixonada" parece ser pouco significativo nas outras determinadas "situações". Portanto, não coloquem interrogações se digo que estou apaixonada. É que nem de longe se aplica ao que passa pelas vossas cabecinhas!
Por outro lado, a palavra "apaixonada" serve lindamente para descrever uma sensação boa para mim... algo que faz bem à alma e nos deixa um pouco eufóricos, como uma simples música. Nunca sentiram isso?
Sou assim, digamos que apaixonada em determinados momentos por determinadas "situações" e aplico o termo "apaixonada" de forma abrangente e não limitado à espécie humana, à qual pertenço.
Fico apaixonada por pessoas, sim, fico apaixonada por lugares, sim, fico apaixonada por cheiros, sim, fico apaixonada por palavras, sim, e fico apaixonada por sons, sim.
Banalizo o termo "apaixonada"? Talvez. Mas também prefiro aplicar outras palavras a determinadas "situações". Sou exigente com os conceitos e "apaixonada" parece ser pouco significativo nas outras determinadas "situações". Portanto, não coloquem interrogações se digo que estou apaixonada. É que nem de longe se aplica ao que passa pelas vossas cabecinhas!
Por outro lado, a palavra "apaixonada" serve lindamente para descrever uma sensação boa para mim... algo que faz bem à alma e nos deixa um pouco eufóricos, como uma simples música. Nunca sentiram isso?
sexta-feira, 27 de março de 2009
O teu amor, quando palpita, verdade seja dita, põe rastilho no meu peito
Confesso... estou apaixonada. Certos sons conseguem vibrar dentro de mim e ecoar um fantástico êxtase. Ouvi pela primeira vez este som particular numa viagem e fiquei desperta.
Como sou primitiva em relação às novas tecnologias não consigo colocar aqui o vídeo de modo a que possam ouvir. Fica a letra, mas ouçam. Faz bem à alma! Muito bem!
Bomba Relógio
O teu amor, quando palpita
verdade seja dita
põe rastilho no meu peito
Trinta batidas num só beijo sem defeito
Feito taque o tique
o teu amor rebenta o dique
feito tique o taque
o teu amor passa ao ataque
Feito taque o tique
o teu amor rebenta o dique
feito tique o taque
eu à defesa, ela ao ataque
E toca e foge e toca e foge
é uma bomba-relógio
O teu amor quando palpita
verdade seja dita
faz-me atrasar os ponteiros
como a ostra esconde a pérola aos viveiros
Feito taque o tique
a pérola solta-se a pique
feito tique o taque
faz no coração um baque
Feito taque o tique
a pérola solta-se a pique
feito tique o taque
faz no corpo todo um baque
E toca e foge e toca e foge
é uma bomba-relógio
Nota: Quem canta é Cristina Branco, mas a música - Bomba Relógio - é ao primeiro ouvido familiar... a autoria é de Sérgio Godinho.
Como sou primitiva em relação às novas tecnologias não consigo colocar aqui o vídeo de modo a que possam ouvir. Fica a letra, mas ouçam. Faz bem à alma! Muito bem!
Bomba Relógio
O teu amor, quando palpita
verdade seja dita
põe rastilho no meu peito
Trinta batidas num só beijo sem defeito
Feito taque o tique
o teu amor rebenta o dique
feito tique o taque
o teu amor passa ao ataque
Feito taque o tique
o teu amor rebenta o dique
feito tique o taque
eu à defesa, ela ao ataque
E toca e foge e toca e foge
é uma bomba-relógio
O teu amor quando palpita
verdade seja dita
faz-me atrasar os ponteiros
como a ostra esconde a pérola aos viveiros
Feito taque o tique
a pérola solta-se a pique
feito tique o taque
faz no coração um baque
Feito taque o tique
a pérola solta-se a pique
feito tique o taque
faz no corpo todo um baque
E toca e foge e toca e foge
é uma bomba-relógio
Nota: Quem canta é Cristina Branco, mas a música - Bomba Relógio - é ao primeiro ouvido familiar... a autoria é de Sérgio Godinho.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Entre 'a noite' [intervalo]
2. Andou meio mundo chateado por causa das declarações inflamáveis do Papa, proferidas em Angola, sobre o uso do preservativo. A questão essencial, que há muito já deveria estar a ser discutida, é esta: quem ficou com o cartão de João Paulo II, com as milhas acumuladas?...
3. ...e, já agora, uma pequena dúvida: juntar «Irmã Lúcia» e «pinguim», na mesma frase, soará muito a redundância?
4. Aviso à navegação (quarentonas incluídas): no meu aniversário, agradeço que me ofereçam uma bombista suicida, por favor. Adoro puzzles.
5. Uma última divagação, em forma de pergunta, a fechar: a Ana Malhoa terá mesmo a noção de que, se vivesse na Índia, seria sagrada?
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