Ninguém é perfeito! E eu estou longe da perfeição. É difícil compreender isto? Não! Assim dito, é fácil. Todos sabemos, estamos fartos de saber, que ninguém é perfeito.
Ora, se o sabemos por que é que insistimos que as pessoas devem ser perfeitas? Por que é que ficamos aborrecidos quando nos "contrariam" e não aceitam na "perfeição" o que idealizámos??? E é isso... o que idealizámos. Sabemos que ninguém é perfeito, mas ansiamos, esperamos e até acreditamos que a perfeição existe e que passa por corresponderem aos nossos ideais!
Estamos habituados a que as outras pessoas esperem de nós as respostas/reacções típicas/normais, ideais... aquelas a que nos habituámos, que vimos nelas a perfeição dessa pessoa e que se tornou nesse ideal. Mas o que acontece quando viramos o jogo? Quando reagimos de forma diferente à perfeição que os outros nos conhecem? Quando dizemos chega a situações em que sempre demos tudo para corresponder àquela perfeição, mas agora não conseguimos mais manter a força em diferentes direcções, menos numa... a nossa!...
Acontece que deixamos de ser perfeitos, deixamos de ser a representação dos ideais, deixamos de ter forças na nossa direcção porque já não as mantemos nas outras direcções. Deixamos de alimentar o cordão umbilical de certas relações e, assim, elas morrem porque o fluxo dos alimentos seguia apenas numa direcção... a delas.
Passamos a ser imperfeitos e como tal já não temos um olhar demorado em nós. Temos a ausência de uma presença que mantinhamos viva, mas que desaparece, deixa de estar, porque nós já não conduzimos o oxigénio... deve ter ido procurar outra fonte de vida e abandonou-nos sem antes perguntar se precisávamos do seu oxigénio...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
olá a todos
porque é que vocês deixaram de escrever aqui? escrevem muito aí e faltam-vos forças para escreverem aqui? é isso? tenho pena. estão a fazer suplementos de natal? é isso? tenho pena. isto a mim continua-me a aparecer aqui no blogger, a modos que, derivados de, de maneiras que, prontos, aproveito e preencho a lacuna, preencher lacunas é bom, quando é que vêm cá a casa para o tradicional jantar de natal?, bom, estive dois meses e tal, provavelmente foram quatro, sem varrer a casa, de modo que outro dia pus mãos à obra e foi o que se segue.
isto assim não se tem noção do tamanho do monstro.
atentemos nas provas que se seguem, penso que mais esclarecedoras:
isto não vos parece um coelho? porra, se isto não é um coelho...
isto assim não se tem noção do tamanho do monstro.
atentemos nas provas que se seguem, penso que mais esclarecedoras:
isto não vos parece um coelho? porra, se isto não é um coelho...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Porque as verdades têm de ser reveladas
Docinho, Laranjinha, Cerejinha, Queque de Amora e Gelado Arco-Íris. Estas são as personagens que integram o universo da afamada série «Docinho de Morango». Trocado por miúdos: a Docinho (de Morango) é a figura central deste verdadeiro 'gang' defensor das boas maneiras, da biodiversidade, da conservação das espécies e causas afins. É uma miúda verdadeiramente humanista e com aversão aos atropelos da liberdade individual dos cidadãos (uma espécie de Carvalho da Silva, da CGTP).
Importa frisar que a Docinho entrou-me em casa pelo televisor adentro (canal Panda), captando todas as atenções do ser de 3 anos que se encontra hospedado na minha singela habitação. O vírus dissipou-se e derivou para outros formatos. Resultado: fui obrigado a adquirir (para já) dois livros que contam as atribulações da tribo da Docinho. Lado positivo: as ilustrações são boas (situadas algures entre o estilo barroco e o maneirista, embora por vezes um pouco abstractas), o texto não apresenta incorrecções e, regra geral, a Docinho e as amigas envergam vestes curtas.
No entanto, há um lado obscuro e real presente na ficção da Docinho de Morango. Vejamos: desconhecem-se os progenitores da Docinho e das suas amigas; não se sabe a origem de qualquer um dos elementos do grupo; na maioria das histórias, dormem todas juntas; não se lhes conhecem namorados; e, em algumas histórias, foi introduzida uma personagem do sexo masculino.
Este último pormenor é determinante, pois revela toda a influência do 'lobby' gay no mundo que nos rodeia. Aquele rapaz (que, na edição «Docinho de Morango vai à praia», segura uma bola com a cores oficiais do movimento GLS) é a tipificação do indivíduo marginalizado, que jamais consegue impôr-se junto dos seres do seu género. Olha-se para ele e nota-se que já há ali qualquer coisa de José Castelo-Branco. Também pode acontecer que a minha teoria esteja completamente errada. Afinal, quem me garante que o cabrão não anda a montar a Docinho, a Laranjinha, a Cerejinha, a Queque de Amora e a Gelado Arco-Íris? Arrisca-se a ficar glicémico. Mas fode que se farta.
Importa frisar que a Docinho entrou-me em casa pelo televisor adentro (canal Panda), captando todas as atenções do ser de 3 anos que se encontra hospedado na minha singela habitação. O vírus dissipou-se e derivou para outros formatos. Resultado: fui obrigado a adquirir (para já) dois livros que contam as atribulações da tribo da Docinho. Lado positivo: as ilustrações são boas (situadas algures entre o estilo barroco e o maneirista, embora por vezes um pouco abstractas), o texto não apresenta incorrecções e, regra geral, a Docinho e as amigas envergam vestes curtas.
No entanto, há um lado obscuro e real presente na ficção da Docinho de Morango. Vejamos: desconhecem-se os progenitores da Docinho e das suas amigas; não se sabe a origem de qualquer um dos elementos do grupo; na maioria das histórias, dormem todas juntas; não se lhes conhecem namorados; e, em algumas histórias, foi introduzida uma personagem do sexo masculino.
Este último pormenor é determinante, pois revela toda a influência do 'lobby' gay no mundo que nos rodeia. Aquele rapaz (que, na edição «Docinho de Morango vai à praia», segura uma bola com a cores oficiais do movimento GLS) é a tipificação do indivíduo marginalizado, que jamais consegue impôr-se junto dos seres do seu género. Olha-se para ele e nota-se que já há ali qualquer coisa de José Castelo-Branco. Também pode acontecer que a minha teoria esteja completamente errada. Afinal, quem me garante que o cabrão não anda a montar a Docinho, a Laranjinha, a Cerejinha, a Queque de Amora e a Gelado Arco-Íris? Arrisca-se a ficar glicémico. Mas fode que se farta.
é possível avistar a presença do único rapaz que integra o grupo (neste
caso, o que segura uma bola, junto à preta do 'gang').
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
pergunta
mas eu posso continuar a escrever aqui? é que isto não me desaparece aqui do coiso do blogger.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
