É irónico que Pinto da Costa (72 anos) tenha assumido o "namoro" com a brasileira Fernanda Miranda (23 anos) quando assistiram à peça teatral «Mendes.Come».quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Desmontando mais mitos
É irónico que Pinto da Costa (72 anos) tenha assumido o "namoro" com a brasileira Fernanda Miranda (23 anos) quando assistiram à peça teatral «Mendes.Come».segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Imaginário

Há elementos (para não dizer pessoas, coisas, lugares e afins) tão próximos do nosso imaginário que se fossem mais próximos estragavam-nos o imaginário. Com o "próximos" quero dizer com uma correspondência quase precisa à que se encontra no interior do nosso imaginário e não tanto perto deste (até porque é difícil definir proximidade física do nosso imaginário - gosto de acreditar que ele está em toda a parte e não limitado a uma proximidade de alguém/algo e afins).
O imaginário revela em muito a riqueza de cada um e o desafio está no encontro, ou direi melhor, reencontro do que está no imaginário e do que está na realidade física. E quando esse reencontro acontece dá-se uma sensação de exaltação, quase a rasgar o histerismo porque o que fazia parte do nosso imaginário afinal existe! É que existe mesmo!!
Mas é aqui que se perde um pouco a inocência de cada um... se existe - e vimos com estes olhinhos que a terra há-de comer que existe - então já não faz parte do nosso imaginário; se não faz, perdeu todo o encantamento próprio de um conto em estava inserido no nosso imaginário e passou a pertencer a um contexto aquando elemento real, afastado da fantasia que o envolvia e, muitas vezes, absolutamente descontextualizado, na realidade, do que era no imaginário... e com isso, da exaltação, fica um sorriso que rapidamente passa a um rasgar forçado dos lábios e, depois, a uma tristeza, desilusão e vazio - não era como imaginávamos e o que fazia parte do nosso imaginário morreu poque passou a existir no real e longe, muito longe do que imaginávamos...
Talvez seja, então, esta a razão pela qual as crianças acham os adultos seres grandes e cinzentões, sem contos para os alimentar e com um imaginário cada vez mais velhinho, que morre a cada dia que passa.
E talvez seja, também, esta a razão que, quando um adulto encontra um elemento real próximo do seu imaginário, julga que é impossível estar a acontecer e... na negação da sua existência real - fora do imaginário - prefere voltar costas e seguir em frente, escudando-se em desculpas que não entram nos contos do imaginário, a correr o risco de se poder desiludir e, depois, de se apaixonar mais ainda do que pelo imaginário.
Crítica literária
Mas, no meio de tanta proposta literária, houve uma obra que reteu a minha atenção (e que estava bem lá no topo, entalada entre «Liderança: as lições de Mourinho» e «Aprender a jogar futebol: um caminho para o sucesso»). A coisa em causa assume a designação de «As manobras de Pinto da Costa», cujo autoria, dizem-me, pertence a um jornalista chamado Marco Alves. Disclaimer: sou bem capaz de conhecer o autor em questão - mas não é por isso que deixarei de exercer o direito à opinião livre ou de me escudar a dar o meu parecer insento sobre os conteúdos tratados neste manual.
E do que trata, em concreto, «As manobras de Pinto da Costa»? Pelo que li - e não foi pouco! - estamos perante uma obra com um objectivo nobre: «desmontar um mito». São, parece-me, «35 anos de guerras, contradições, jogos de bastidores e estratégias sinistras». Primeira observação: fala-se pouco de «fruta» e «café com leite». Não gostei dessa ausência descarada (e propositada?) de pormenores sórdidos. Entre engatar a Carolina Salgado ou comprar o livro, esta última hipótese seria certamente a que me daria menos trabalho (e a que seria menos dispendiosa). Teria gostado de saber, por exemplo, a que horas se deitava Pinto da Costa; que ração dava ao cão; se gostava de meias de leite mornas ou a escaldar...
Segundo ponto: as tabelas que servem de enquadramento aos textos não ajudam à leitura. Faltam-lhes cor (ou as cores escolhidas não são as melhores). Neste aspecto, o livro peca por não ter recorrido a um decorador de interiores. É pena.
Terceiro ponto: ao ler o livro, fico com a ligeira sensação de que há uma parte a.c/d.c. (antes do cafézinho/depois do cafézinho). Não sei porquê, mas, lá mais para as páginas finais, soa a falta de cafeína. Não só pela forma de escrita, mas também porque há menos citações do Record.
Quarto ponto: porque é que Pinto da Costa não foi confrontado com os «mitos desmontados»? O autor tentou, ao menos, marcar um encontro com a Carolina? Saberá Marco Alves, porventura, o nome de um dos cães de Pinto da Costa? (por outra: será que o jornalista está a par de que Pinto da Costa dispõe de animais domésticos?).
Quinto ponto: em suma - e apesar de ainda não ter concluído a leitura de «As manobras de Pinto da Costa» (e não obstante as considerações feitas nas alíneas anteriores) -, creio que este manual se assume como uma mais-valia, na medida em que reúne alguns dos principais artigos do Record, A Bola, O Jogo e afins (confesso que me faltavam alguns exemplares na colecção de edições desportivas).
Avaliação final: 8,5 (numa escala de 0 a 10). Justificação: porque sou sensível, também tenho o meu lado Cláudio Ramos e alimento a esperança de engatar o autor (isso seria, seria montar um verdadeiro mito).
domingo, 19 de dezembro de 2010
A varanda de Romeu e Julieta

Podia ser, não podia? A varanda de Romeu e Julieta! Não importa que não seja; importa que é uma varanda e que, como tal, será sempre capaz de retirar de dentro de nós um suspiro.
Tenho genes do Norte. E do Norte, o que me mais me lembro, são as varandas. São aqueles Verões quentes, demasiado abafados, que só a sombra de uma varanda nos salvava ou as escadas que a ela davam acesso e que ocupávamos, ao fim do dia, para comer um gelado.
É uma outra perspectiva romântica de "varanda", não é? Quem nunca foi feliz numa varanda?
sábado, 18 de dezembro de 2010
Anjos (meus)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Manobras
Pinto da Costa encaixa no perfil dos 'manobradores'. A categorização não é de agora e fica a dever-se essencialmente à forma como tem gerido o FC Porto. Uma pesquisa no Google, por «manobras Pinto da Costa», surte 21.800 resultados; e outra pesquisa por «manobras gruas» apresenta apenas 3920 resultados. É esta a diferença que separa um mundo e outro. Como se vê, até nisto a honestidade fica a perder. Mas nem tudo é mau. Que se saiba, Pinto da Costa (ainda) não se meteu noutras manobras mais complexas. Como estas. Isso sim, seria o cabo dos trabalhos.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Letras
Tira a camisa, agarra-me a quente, deixa-me tonto, põe-me doente.
Sente o meu cheiro, enquanto me apertas, bate-me agora, vê se me acertas.
Enquanto eu me agarro, mãos na cabeça, fazemos no carro, tudo depressa.
Usa as tuas mãos, usa o teu corpo, às vezes parece que está tudo louco...
Sente o meu cheiro, enquanto me apertas, bate-me agora, vê se me acertas.
Enquanto eu me agarro, mãos na cabeça, fazemos no carro, tudo depressa.
Usa as tuas mãos, usa o teu corpo, às vezes parece que está tudo louco...
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